"Não sei o que o amanhã trará”
A exposição “Fernando Pessoa, plural como o universo” está em exibição, no Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro.
Os curadores da mostra, Carlos Felipe Moisés e Richard Zenith, colocam os visitantes em um quebra-cabeças dos heterônimos do poeta português — Alberto Caeiro, Álvaro Campos, Ricardo Reis e Bernardo Soares. Eu, que estive na mostra no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, não soube decifrar aonde começa e aonde termina Fernando Pessoa.
Muito bem planejada, a instalação parece buscar provocar no público a sensação de não ser apenas um — Em uma das salas que entrei, eu me lembro de ter perdido as contas de quantas de mim eu vi, porque nas paredes estavam afixados vários espelhos. Mesmo quem não conhece a obra vai adorar a exposição o trajeto é lúdico e seduz a cada poema.
Os curadores da mostra, Carlos Felipe Moisés e Richard Zenith, colocam os visitantes em um quebra-cabeças dos heterônimos do poeta português — Alberto Caeiro, Álvaro Campos, Ricardo Reis e Bernardo Soares. Eu, que estive na mostra no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, não soube decifrar aonde começa e aonde termina Fernando Pessoa.
Muito bem planejada, a instalação parece buscar provocar no público a sensação de não ser apenas um — Em uma das salas que entrei, eu me lembro de ter perdido as contas de quantas de mim eu vi, porque nas paredes estavam afixados vários espelhos. Mesmo quem não conhece a obra vai adorar a exposição o trajeto é lúdico e seduz a cada poema.





